Quem vive no Brasil e se informa utilizando somenta a velha imprensa burguesa acredita que Cuba é uma ilha isolada onde um ditador comunista manda e desmanda.
Acontece que antes da revolução cubana essa ilha do caribe era governada por um ditador (Fugêncio Batista) que possuía apoio dos EUA. Nessa época ela era um verdadeiro bordel no meio do caribe onde homens ricos iam passar o tempo livre se esbaldando nos bordéis da ilha.
Hoje, mesmo após décadas do bloqueio comercial imposto pelos EUA, esse país é um exemplo em índices de qualidade de vida, superando em alguns quesitos muitas nações capitalistas de ponta (países industrializados) e dando um banho nas nações capitalistas de periferia (BRasil, Haiti etc.).
Então, quando ouvir falar mal de Cuba, verifique a fonte.
A notícia acima ainda mostra alguns outros dados interessantes. Por exemplo: 13 bilhões de dólares por ano seriam suficientes para alimentar a população desnutrida do terceiro mundo (é claro que os dólares em si não alimentam ninguém, mas os recursos poderiam ser destinados à produção de alimentos) enquanto só nos EUA são gastos 8 bilhões de dólares por ano com COSMÉTICOS. Sem falar nos gastos mundiais e anuais com publicidade que chegam a UM TRILHÃO de dólares e com narcóticos que são aproximadamente 400 bilhões de dólares.
O documentário Beyond de citizen Kane (muito além do cidadão Kane) foi exibido pela BBC de Londres em 1993. Ele conta a história da maior rede de televisão brasileira: a rede Globo.
Por expor algumas verdades que ferem a emissora, foi censurado no Brasil. Porém, como vivemos em uma democracia e temos liberdade de expressão garantida pela constituição:
Esse documentário deveria ser obrigatório em todas as escolas do país. O Brasil precisa saber mais um pouco sobre aqueles que querem ditar os padrões de comportamento de sua sociedade.
Nem sempre as guerras são justificáveis e aceitas pela população, mas muitas vezes as guerras são desejadas pelos governantes que possuem ânsia de obterem mais poder. Atrás de qualquer discurso patriótico, de qualquer chefe de estado, pode haver uma mente perversa que não distingue bandeiras na hora de realizar seus planos. É assim que surgem os ataques de falsa bandeira.
Em 1931 o Japão que era uma potência em ascensão necessitava de recursos minerias para sustentar sua indústria. Próximo à ilha japonesa está o território da Manchúria que é recheado com minérios, dos quais o império japonês tanto necessitava. A guerra e invasão da Manchúria era desejada pelos governantes nipônicos, porém, estes não sabiam se seria aceita pela população de seu próprio país. Então em setembro deste mesmo ano, soldados japoneses, obedecendo às ordens de seus oficiais, sabotaram uma estrada de ferro japonesa no sul da Manchúria . As autoridades japonesas culparam os chineses que habitavam o território criando assim um pretexto para invadir o local, obtendo assim o apoio das massas japonesas.
Em 1939 uma torre de rádio situada em Gleiwitz, que até então pertencia à Alemanha, foi ataca por soldados alemães. Porém, o governo alemão culpou o exército polaco (polonês). Assim a população alemã se enfureceu contra os poloneses aceitando à invasão ao território polonês, realizando mais um dos desejos de Hitler.
Vários outros exemplos de ataques de falsa bandeira podem ser citados, mas esses já são suficientes para evidenciar que poderosos sedentos por mais poder podem fazer qualquer coisa para realizarem seus desejos, inclusive atacar o patrimônio da população que dizem defender.
Hoje fazem exatos dez anos da ocorrência da queda das torres gêmeas do WTC na ilha de Manhattan. No dia 11 de setembro de 2001 os noticiários do mundo todo deixaram populações de vários países atônitas com o que estava ocorrendo. Alguns deveriam estar pensando: "A maior potência econômica e militar do mundo estava sendo atacada? Quem poderia cometer tal atrocidade? Esqueçam as crianças morrendo de fome na áfrica, esqueçam os que nascem deformados devido às armas químicas utilizadas pelos EUUU no Vietnã, trata-se de um complexo econômico e outro militar sendo atingidos por ataques suicidas no até então inatingível território Ianque!"
Muitos morreram, famílias choraram, civis se amedrontaram. O medo da população pedia ações de seu governo, e isso é tudo o que ele queria. Rapidamente foram encontrados supostos culpados. Uma organização terrorista denominada Al-Qaeda liderada por um filho de magnatas do petróleo, aliados do ocidente, que foi treinado pela CIA e já havia sido aliado do Tio Sam na guerra fria, em terrirório Afegão, contra a invasão soviética. Este era o famigerado Osama Bin Laden, hoje tido como morto mesmo sem ter tido a morte provada.
Em meio aos acontecimentos, muitos acreditaram cegamente em tudo o que era publicado pela mídia tradicional, e com o seu medo e tristeza transformados em ódio contra povo Islâmico apoiaram a invasão ocidental aos países Árabes ( Afeganistão e depois disso o Iraque onde até hoje não encontraram as armas de destruição em massa) . Todavia, ao passo que surgiu uma tal de "guerra ao terror" (uma guerra sem um inimigo definido que era tudo que a indústria bélica queria) surgiu também um evento de comunicação novo, uma mídia horizontal, a internet. E foi nesse meio de comunicação global - que apresenta um fluxo não tão facilmente controlado por interesses de poucos e é mais democrático- que surgiram as chamas teorias da conspiração. Muitas delas sem muita base teórica mas outras que apresentavam análises surpreendentementes profundas. Estas teorias foram frequentemente ridicularizadas e tidas como absurdo por muitos, principalmente por aqueles que nasceram numa sociedade que acreditava numa verdade absoluta vinda de monopólios midáticos que apresentam frequentemente estreitos vínculos com grupos político-econômicos.
Ao contrário do que muitos podem imaginar essas teorias não foram criadas por radicais de esquerda anti-americanos, ou grupos ligados a terroristas da Al-Qaeda. Na verdade, muitas delas foram elaboradas por cidadãos dos Estados Unidos da América. Elas foram amadurecendo com o tempo e ganhando o apoio de especialistas e de testemunhas oculares, e com isso surgiram cada vez mais evidências que apontam para o que pode ser considerado loucura por muitos: o fato de que as versões apresentadas por grandes órgãos midiáticos e pelo governo estadunidense tendem a serem falaciosas.
Com o crescimento da internet fica cada vez mais difícl para o aparato de comunicação em massa tradicional sustentar as versões que até então eles tentavam consagrar. Até hoje tudo o que foi feito a respeito das "teorias" da conspiração pela velha mídia internacional e pelos governos foi ignorá-las ao invés de tentar refutá-las. E é nesse clima que as teorias vão ganhando mais força e deixando de serem teorias apontando para uma real conspiração. Talvez, a verdadeira teoria que não será comprovada é a apresentada pelos meio tradicionais (governo e mídia).
Algumas fontes sobre a conspiração do 11 de setembro: